Justiça

Representante da Axia Energia destaca transição da marca e importância da segurança jurídica no setor elétrico

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Ministros e representantes do setor privado se reúnem para debater a importância da energia limpa e da segurança jurídica no Brasil.  |   Bnews - Divulgação Victoria Cardozo/ BNEWS
Claudia Cardozo

por Claudia Cardozo

claudia.cardozo@bnews.com.br

Publicado em 06/11/2025, às 11h42 - Atualizado às 11h44



Durante o Fórum de Direito Energético, Regulação e Sustentabilidade, realizado em Paulo Afonso, na Bahia, o diretor de Relações Institucionais da Axia Energia, Bruno Eustáquio, destacou a importância do evento como espaço de diálogo entre o setor energético, o poder público e o Judiciário. O encontro antecede a inauguração da nova sede da Justiça Federal na cidade e discute temas como sustentabilidade, mudanças climáticas e segurança jurídica na área de energia elétrica.

A Axia Energia é a nova denominação da antiga Eletrobras Chesf, e a mudança representa um novo momento para a companhia. “Estamos em um período de transição de marca. A Axia chega para representar esse novo tempo, em que passamos a atuar como um grande provedor de soluções energéticas. É um recomeço que reforça nosso compromisso com a inovação e com a sustentabilidade”, explicou Eustáquio.

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Segundo o diretor, a presença da empresa no seminário é uma oportunidade de troca de experiências e de construção conjunta de conhecimento.

Energia limpa e segurança jurídica
A nova fase da empresa mantém o foco em fontes renováveis e na diversificação do portfólio. “Somos uma companhia 100% de energia limpa e renovável. Trabalhamos com hidrelétricas, eólicas e fotovoltaicas, mas o nosso grande coração ainda é a geração hidráulica, que garante a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro”, afirmou o diretor.

Eustáquio também afirmou que o diálogo entre o setor energético e o Poder Judiciário é essencial para o desenvolvimento sustentável. “A segurança jurídica é fundamental. O setor elétrico brasileiro tem uma tradição de respeitar contratos e de preservar a previsibilidade das relações. Essa parceria com a Justiça é importante para manter a transparência e dar confiança a todos os envolvidos, do investidor ao consumidor”, pontuou.

O diretor reforçou ainda que a Axia Energia está de olho no futuro e na abertura do mercado livre de energia, prevista para ocorrer nos próximos anos. “Estamos nos preparando para essa nova fase do mercado, que deve se consolidar entre 2027 e 2028. Nosso foco é o cliente e a entrega de soluções que aliem eficiência, sustentabilidade e segurança”, concluiu.

O fórum é realizado em parceria com o Ministério de Minas e Energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

O evento antecede a inauguração do Fórum Desembargador Edmilson Jatahy Fonseca, nova sede da Justiça Federal em Paulo Afonso, e reúne ministros, desembargadores, gestores públicos e representantes do setor privado para discutir o papel da energia limpa e da segurança jurídica no desenvolvimento do país.

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