Justiça
por Bernardo Rego
Publicado em 09/07/2024, às 15h06 - Atualizado às 18h06
A Operação Patronos, deflagrada nesta terça-feira (9) pela Polícia Federal, teve como alvos dois advogados de relevância na Bahia. A investigação apura a participação do jurista Rui Barata Filho em um esquema que envolve a negociação de decisões judiciais no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
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Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Salvador, Mata de São João e Serrinha/BA, além de outras medidas cautelares diversas, com a participação de 28 policiais federais. O ex-juiz eleitoral Rui Barata Filho é filho da desembargadora Lígia Cunha.
Barata Filho chegou a ser citado em uma gravação de uma conversa do advogado Júlio Cesar Cavalcanti, delator da Faroeste e o filho da desembargadora do TJ-BA Sandra Inês Rusciolelli, na 5ª fase da força-tarefa.
Segundo a PF, a investigação deriva dos fatos apurados da Operação Faroeste, quando se descortinou a existência de várias organizações criminosas atuando naquele Tribunal, integradas por magistrados, servidores, advogados e empresários.
Desdobramentos da operação
Em 14 de setembro do ano passado e 1º de julho deste ano, foram deflagradas as fases I e II da Operação Patronos, quando também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados, além da determinação de medidas cautelares de constrição patrimonial.
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