Justiça

Secretário de Tecnologia destaca importância do AxéLab no TJ-BA: “Captar novas ideias”

Debora Marques/Bnews
Inauguração do laboratório na sede do Tribunal de Justiça ocorreu nesta quinta-feira (29)  |   Bnews - Divulgação Debora Marques/Bnews

Publicado em 29/08/2024, às 18h06 - Atualizado às 18h07   Alex Torres e Carolina Papa



O secretário de Tecnologia da Informação de Modernização do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Ricardo Neri Franco, comemorou a inauguração do Laboratório de Inovação do Poder Judiciário, o AxéLab, na sede do órgão. De acordo com o chefe da pasta, a iniciativa vem com a intenção de “criar um ambiente propício à captação de novas ideias”. 

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Em entrevista ao BNews, Ricardo Neri Franco ressalta que o AxéLab foi pensado pela desembargadora Cynthia Maria Pina Resende.

“[O laboratório é] uma possibilidade de criar um ambiente propício à captação de novas ideias, de fomentar a criatividade de magistrados e servidores no intuito de trazer novas tecnologias, tecnologias modernas como a automação e inteligência artificial. A ideia desse ambiente também é possibilitar a colaboração tanto do público interno, mas, principalmente, dos órgãos externos, de outros tribunais, contratar start-ups e publicar editais. O tribunal busca trazer ideias para melhorar a produtividade do jurisdicionado, mas no final das contas, quem é beneficiado é a sociedade”, disse o secretário no evento de inauguração, realizado nesta quinta-feira (29).

Sobre a integração do laboratório com outros órgãos, Ricardo Neri Franco ressalta que o momento “é de colaboração” e que o TJ busca firmar parcerias para a resolução de demandas. 

“O lema do momento é a colaboração. Então a ideia é a gente firmar parcerias com outros laboratórios, sejam laboratórios do ecossistema da justiça, como laboratórios de outros órgãos e até mesmo de entidades privadas. [Queremos] trazer outros órgãos públicos para trabalharmos juntos. [Queremos] firmar parcerias com a prefeitura, com o estado da Bahia, inclusive para utilizar hubs de inovação que já existem aqui no ecossistema da Bahia. A ideia é realmente movimentar o tema. O tribunal está trazendo um espaço muito moderno, um espaço com todo o mobiliário apropriado para o fomento dessas ideias e a criação de oficinas criativas em conjunto justamente com todos os outros órgãos externos”, destaca.

Sobre falhas no Processo Judicial eletrônico (PJe), o secretário alega que o laboratório auxiliará na celeridade da tramitação processual. 

“O laboratório vai captar ideias, inclusive, para a gente trazer automações no PJe. As atividades de hoje demandam muitos cliques. A ideia é que a gente traga magistrados e servidores para a gente detectar modos para automatizar, trazer a inteligência artificial para acelerar a tramitação processual e beneficiar o cidadão”, finaliza. 

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