Justiça

STJ nega habeas corpus e mantém prisão de Buzeira investigado por lavagem de dinheiro

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Buzeira responde a acusações de lavagem de dinheiro e organização criminosa  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Instagram
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 17/06/2026, às 17h46



A 5ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, por unanimidade, nesta terça-feira (16), um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do influenciador digital Bruno Alexssander Souza Silva, conhecido como Buzeira, investigado na Operação Narco Bet por lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC)

Os ministros analisaram um agravo regimental apresentado pela defesa contra uma decisão que já havia negado o habeas corpus. As informações são da GloboNews.

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Buzeira responde a acusações de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A investigação também aponta uma suposta ligação dele com integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Participaram da decisão os ministros Maria Marluce Caldas, Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas e Joel Ilan Paciornik.

A denúncia analisada pelo STJ atribui a Buzeira a suposta prática dos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. O documento também menciona que ele responde a outras ações penais relacionadas a tráfico de drogas, associação criminosa, lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar.

Buzeira está preso desde outubro de 2025, quando foi alvo da Operação Narco Bet, deflagrada pela Polícia Federal como desdobramento da Operação Narco Vela, que investiga um esquema de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

MPF apresenta nova denúncia

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou uma nova denúncia contra Buzeira e outros quatro investigados no âmbito da Operação Narco Bet.

Segundo a acusação, o grupo faz parte de uma organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro, evasão de divisas e ocultação de recursos por meio de empresas de apostas esportivas, operações internacionais, estruturas offshore e movimentações com criptomoedas.

Na denúncia, o influenciador é apontado pelo MPF como suposto financiador, controlador oculto e beneficiário econômico final das marcas de apostas BRXBET e RICOBET.

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