Justiça

"Tá deferido", diz Jerônimo ao acatar pedido de ministro do STJ para ação na Bahia

Victoria Cardozo/ Bnews
O governador Jerônimo Rodrigues acatou pedido de ministro do STJ para integrar ações da Corte ao programa Bahia Pela Paz  |   Bnews - Divulgação Victoria Cardozo/ Bnews
Claudia Cardozo e Davi Lemos

por Claudia Cardozo e Davi Lemos

claudia.cardozo@bnews.com.br

Publicado em 07/11/2025, às 20h44 - Atualizado às 21h24



O governador Jerônimo Rodrigues, em ato realizado nesta sexta-feira (7), em Paulo Afonso, sinalizou positivamente para a proposta do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Carlos Brandão, para que as ações da Corte sejam realizadas, na Bahia, em conjunto com as ações do Bahia pela Paz. Em conversa com o magistrado, Jerônimo disse: "tá deferido". O petista assinou ordem de serviço para construção do Hospital Universitário do município e esteve na inauguração da nova sede da Subseção Judiciária de Paulo Afonso, com a presença de autoridades da Justiça Federal.

Ao ser questionado sobre a realização da ação em conjunto com o STJ, Jerônimo afirmou que ela ocorrerá e que é baseada também em uma experiência do ministro Carlos Brandão. "Vai sim [ocorrer a ação]. Ele fez um evento muito do mundo real mesmo. Ele foi a Chorrochó. Meu secretariado o acompanhou, fez uma aproximação da comunidade, prestando serviços, depois ele foi em Canudos, fazendo uma agenda, levando serviços da justiça, e agora ele quer fazer isso dentro do Bahia Pela Paz, que os coletivos do Bahia Pela Paz possam receber esses serviços. E se precisar de equipamento, eu financiarei pelo Estado", disse Jerônimo.

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Jerônimo também considerou que a relação entre executivo e judiciário não significam embaraço à isonomia à ação dos magistrados. Ele destacou como a ação do juiz federal João Paulo Piropo foi importante para a assinatura da ordem de serviço para construção do hospital universitário em Paulo Afonso, com recursos da União, da Eletrobras e do governo baiano.

"O Piropo utilizou-se do lugar de juiz, mediou ao máximo, pressionou quando foi preciso, colocou a sua posição, sua caneta de juiz, determinando o que teria que acontecer e assim aconteceu. Outras oportunidades dessas deverão acontecer. Aqui agora nessa mesa à noite, eu percebi o interesse deles em que a justiça, que o STJ, seja sempre um mediador e resolutivo. É muito melhor quando eles medeiam e resolvem do que quando ficam parados e perde a sociedade e perde naturalmente o setor empresarial", disse Jerônimo Rodrigues.

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