Justiça

TRT-BA reforça combate ao trabalho infantil durante Lavagem do Bonfim

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Denúncias de trabalho infantil podem ser feitas pelo Disque 100 e outros canais, destacando a importância da mobilização social.  |   Bnews - Divulgação Foto: Divulgação
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 17/01/2025, às 10h41



Na tradicional Lavagem do Bonfim, realizada nesta quinta-feira (16), o Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) marcou presença levando às ruas de Salvador uma importante mensagem de conscientização contra o trabalho infantil. A iniciativa, promovida pelo Programa de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem da Justiça do Trabalho, destacou o compromisso da instituição com a proteção dos direitos das crianças e adolescentes.


Acompanhados de magistrados, servidores e parceiros, os participantes iniciaram a caminhada no Fórum da Justiça do Trabalho, no Comércio, e seguiram até a Igreja do Bonfim. Durante o trajeto, foram distribuídos materiais como cataventos e panfletos da campanha #BrasilSemTrabalhoInfantil, sensibilizando o público sobre os impactos negativos dessa prática.

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“A Lavagem do Bonfim é um momento estratégico para dialogar com a sociedade. Precisamos que todos entendam que o combate ao trabalho infantil é uma responsabilidade coletiva e essencial para garantir o futuro das nossas crianças”, afirmou a juíza Viviane Martins, gestora regional do programa.


A ação contou com o apoio de diversas entidades, como a Amatra-5, ABAT, OAB-BA, Fetipa-BA, Defensoria Pública do Estado, MPT-BA, MP-BA, SRTE-BA, Proteja, e Sinposba, além da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Governo do Estado.


Com o objetivo de informar a população, os participantes reforçaram os canais para denunciar casos de trabalho infantil. A prática é proibida para menores de 16 anos, exceto na condição de aprendiz a partir dos 14. Denúncias podem ser feitas pelo Disque 100, WhatsApp, Telegram, Ministério Público do Trabalho e Conselhos Tutelares.


“Cada denúncia pode transformar o futuro de uma criança, evitando que ela seja explorada. É preciso que a sociedade esteja atenta e se mobilize para exigir políticas públicas que combatam essa realidade”, concluiu a juíza Viviane Martins.

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