Justiça

Venda de sentenças no TJ-BA gera nova limpa em investigação nacional

Dinaldo Silva/BNews/Arquivo
Suspeita de irregularidades já fez o TJ-BA alvo no início deste mês por parte do CNJ  |   Bnews - Divulgação Dinaldo Silva/BNews/Arquivo

Publicado em 30/07/2024, às 07h49   Pedro Moraes



Pouco menos de cinco anos após a primeira fase da Operação Faroeste, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) continua alvo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e da Polícia Federal (PF). A medida envolve a venda de decisões judiciais do Brasil.

Inscreva-se no canal do BNews no WhatsApp. 

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

Até então, duas desembargadoras baianas se tornaram rés. Já juízes do sul do estado foram afastados por suspeita de irregularidades referentes à questão fundiária. Entre os casos está o de um magistrado da região oeste que alega ter sido ameaçado por julgar casos de grilagem. 

Por essas razões, no começo de julho, o CNJ investigou o tribunal após uma suspeita de irregularidades. Testemunhas foram convocadas e equipamentos eletrônicos analisados desde então.

Com isso, o corregedor nacional de Justiça, o ministro Luis Felipe Salomão, cobrou uma inspeção pelos “gravíssimos achados” no TJ-BA. Problemas na vara de Salvador, que analisou casos de lavagem de dinheiro e organização criminosa, e relatos de atrasos dos juízes em audiências e ineficiência também estão em averiguação.

O TJ-BA deve emitir a manifestação somente com o fechamento dos trabalhos.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)