Justiça
Preso em flagrante na noite da última segunda-feira (14), o advogado João Neto teve a prisão preventiva decretada por suspeita de violência doméstica contra a companheira. A vítima é Andreina Bernardo dos Santos, que sofreu um ferimento no queixo após cair no chão em meio à discussão com o jurista e precisou receber atendimento médico.
Em depoimento, a jovem afirmou que foi empurrada no chão pelo advogado depois dele tentar expusá-la do apartamento onde vivem no bairro de Jatiúca, em Maceió (AL). Um vídeo mostra o momento exato da queda que resultou no ferimento e que, segundo a defesa do suspeito, foi ocasionada por um escorregão no chão molhado.
“Ontem, ao acompanhar todo o flagrante do doutor João Neto, ele nos informou que teve uma pequena briga de casal e, nesse momento, pediu para que ela se retirasse do apartamento dele. Ela se recusou e, após insistência, ele tentou retirá-la. No momento em que ele estava tentando fazê-lo, o apartamento estava sendo preparado para entrega, estavam limpando o local. Como o piso era de porcelanato, estava muito escorregadio. Então, nesse momento, os dois caíram. E ela, por ser mais magrinha e não ter o mesmo físico que ele, acabou se machucando um pouco mais. Isso foi o que nos foi relatado pela defesa", disse a advogada Minghan Chen em entrevista ao portal Leo Dias.
Além de apresentar outros detalhes sobre o ocorrido e a prisão do cliente, a advogada surpreendeu ao afirmar que o relacionamento de João Neto e Andreina já tinha chegado ao fim. “Pelo que meu cliente me relatou, eles já haviam terminado o relacionamento", relatou sem detalhar o motivo da jovem estar no imóvel que é de total propriedade do suspeito.
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Questionada sobre o motivo da discussão entre os dois, a advogada disse não ter tido conhecimento. “Nesse momento, confesso que não cheguei a entrar nesse ponto. Como foi um flagrante, meu cliente ainda estava muito nervoso, tentando entender tudo o que estava acontecendo. Ainda não fiz esse questionamento a ele. Até porque tivemos acesso às imagens apenas após a oitiva.”
Porém, em depoimento, Andreina falou que João Neto teria se irritado por ela não ter ajudado aos prestadores de serviço que estavam no apartamento. Os funcionários, que presenciaram todo ocorrido, foram vistos posteriormente limpando o sangue no local, e conforme advogada, foram ouvidos pela polícia.
“Eram prestadores de serviço. Como falei, o doutor João Neto estava para se mudar para aquele apartamento; estavam realizando limpeza, instalação de granito, entre outros. Tanto é que, por essas pessoas acompanharem a situação, a defesa conseguiu, naquele momento, entrar em contato com um dos prestadores e levá-lo à delegacia como testemunha ocular.”
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