Justiça

Zelador que causou incêndio e atacou moradora enfrenta audiência que define sua prisão; veja momento da chegada

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A professora agredida permanece em coma após ser encontrada inconsciente; investigações incluem tentativa de feminicídio e incêndio criminoso.  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 29/08/2025, às 12h13 - Atualizado às 12h15



O zelador Oswaldo Conceição Santos, de 41 anos, acusado de incendiar um prédio e agredir uma moradora no condomínio Morro das Pedras, no Rio Vermelho, passa por audiência de custódia na manhã desta sexta-feira (29), na Vara de Custódia de Salvador. O BNEWS flagrou a chegada dele.

Ele estava internado sob custódia desde quarta-feira (27), quando tentou fugir após provocar o incêndio e acabar se ferindo ao pular do hall de entrada para a garagem do prédio. No local da audiência, ele foi visto mancando.

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A audiência de custódia vai definir se Oswaldo Conceição permanecerá preso preventivamente enquanto responde ao processo. 

O caso
Segundo a Polícia Civil, Oswaldo é suspeito de espancar uma professora, de 47 anos, dentro do apartamento dela, antes de atear fogo no elevador do condomínio. A vítima, que é carioca e morava sozinha em Salvador, foi encontrada inconsciente, sem roupas e com sinais de violência. Ela permanece em coma no Hospital Geral do Estado (HGE), com lesões graves no crânio e no corpo.

Câmeras de segurança flagraram o momento em que o zelador chega ao prédio com um galão de combustível e entra no elevador. Minutos depois, as imagens registram as labaredas se espalhando pelos corredores.

Histórico de assédio
A vítima já havia relatado, no livro de ocorrências do condomínio, episódios de assédio cometidos por Oswaldo. Em uma das situações, ele chegou a convidá-la para “tomar um vinho” em um sábado à noite. Constrangida, a professora pediu providências à administração do prédio, mas moradores afirmam que nenhuma medida efetiva foi tomada.

Investigações
O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) como incêndio criminoso, dano ao patrimônio e tentativa de feminicídio. Há ainda a apuração de possível violência sexual, já que a vítima foi encontrada desacordada e sem roupas.

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