Cultura
A força das histórias que saem das páginas dos livros para ganhar as telas, os palcos e até os fones de ouvido será um dos principais destaques da Bienal do Livro Bahia 2026. O evento acontece entre os dias 15 e 21 de abril, no Centro de Convenções Salvador, e chega com uma programação pensada para dialogar com o público que consome cultura em diferentes formatos.
De olho no sucesso recente de adaptações literárias para o streaming e o cinema, a Bienal preparou uma série de painéis que colocam esse movimento no centro do debate. A proposta é mostrar como obras escritas estão cada vez mais presentes em séries, filmes e outras linguagens, e o impacto disso no mercado cultural.
Um dos encontros mais aguardados acontece no dia 17 de abril, com o painel “O livro que vira série”. A conversa reúne nomes como Raphael Montes e Eliana Alves Cruz para discutir como uma obra literária se transforma em roteiro e ganha vida nas telas. Montes, inclusive, está por trás de produções de sucesso no streaming, o que reforça a conexão direta entre literatura e audiovisual.
Fenômenos de público devem lotar a programação
A expectativa de grande público se concentra especialmente no dia 18 de abril. A presença da escritora Julia Quinn, autora da série “Bridgerton”, deve movimentar fãs que acompanharam a explosão global da história após a adaptação para a TV.
Outro nome que promete atrair atenção é Paula Pimenta, conhecida entre o público jovem. Suas obras já foram parar no cinema e continuam entre as mais consumidas no país, reforçando o peso das adaptações no mercado editorial.
Clássico brasileiro também entra na pauta
A Bienal também abre espaço para produções nacionais. No dia 20 de abril, o público poderá acompanhar um bate-papo sobre a adaptação de “O Gênio do Crime”, clássico da literatura infantojuvenil brasileira.
O encontro contará com atores e profissionais envolvidos no filme, que chega aos cinemas em maio de 2026. A ideia é mostrar os bastidores e os desafios de transformar uma obra literária em linguagem cinematográfica.
Livros inspiram música, teatro e até jogos
A programação vai além do audiovisual. A Bienal amplia o debate para outras áreas onde a literatura também tem influência direta.
No dia 19, artistas discutem como livros inspiram letras de músicas, especialmente no hip hop e na MPB. Já outro painel do mesmo dia aborda a transformação de histórias em jogos e experiências interativas, um setor que cresce rapidamente.
O teatro e a dança também entram na conversa no dia 20, com um encontro que discute como textos literários ganham corpo em performances e espetáculos.
Encerrando a programação, no dia 21 de abril, o foco será nas artes visuais. O debate vai mostrar como a leitura pode se transformar em grafite, arte digital e outras expressões urbanas.
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