Cultura
por Redação BNews com informações de Silvania Nascimento
Publicado em 02/02/2026, às 07h09
No coração do Rio Vermelho, em Salvador, a manhã desta segunda-feira (2) é marcada por fé, emoção e tradição. Entre as centenas de pessoas que aguardavam na fila para entregar oferendas à Rainha do Mar, estavam Patrícia Cerqueira e sua filha, Maria Luísa, símbolos vivos da continuidade de um ritual que atravessa gerações.
Ao BNEWS, Patrícia conta que começou a frequentar a festa de Iemanjá ainda criança, levada pela própria mãe. Hoje, é ela quem conduz Maria Luísa, que desde os três anos participa da celebração. “A gente vem há muitos anos. É tradição mesmo. Minha mãe me trazia... Agora eu trago minha filha”, relatou emocionada.
Maria Luísa, por sua vez, reforça que o ato de entregar presentes a Iemanjá é mais do que um costume: “Desde pequeninha eu venho todo ano. É tradição, fé... tudo isso envolve”.
A fila, que já se estendia pelas ruas do bairro, não desanimava mãe e filha. “Esse ano atrasamos um pouco e pegamos uma fila maior, mas não tem problema. O importante é chegar e ter fé. Tudo dá certo”, disse Patrícia, enquanto segurava o presente que seria lançado ao mar.
Entre os pedidos, a saúde aparece como prioridade. “Todo ano eu peço muita saúde. É o principal”, afirmou Patrícia. Maria Luísa concordou: “O mais importante com certeza é a saúde”.
Entre fé e herança cultural: Mãe e filha mantém ritual de Iemanjá no Rio Vermelho pic.twitter.com/HB2mrQCfJV
— bnewsvideos (@bnewsvideos) February 2, 2026
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