Cultura
Com o cheiro de frutos do mar no ar e o vai-e-vem constante dos soteropolitanos, a Feira de São Joaquim ganha um ritmo ainda mais intenso durante a Semana Santa (3), em Salvador.
Maior feira livre da capital baiana, o espaço mercadológico se transforma, todos os anos, em um verdadeiro ponto de encontro para quem busca manter vivas as tradições da mesa e da fé.
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Nos dias que antecedem a Sexta-feira Santa, o centro de mercadorias parece pulsar mais forte. Nas bancas, o brilho prateado dos peixes se mistura às cores dos temperos, às folhas frescas e aos ingredientes que fazem parte da culinária baiana.
É ali que muitos soteropolitanos vão em busca do bacalhau, da corvina, do camarão seco e de tantos outros elementos que compõem os pratos típicos do período.
A tradição de evitar carne vermelha e preparar refeições à base de peixe faz com que o movimento aumente significativamente. Mas, a importância da Feira de São Joaquim vai além do aspecto econômico. O local funciona como um espaço de resistência cultural, onde tradições religiosas e culinárias se encontram.
Entre corredores apertados e barracas cheias, a fé se manifesta de forma silenciosa, presente nos ingredientes que irão compor as mesas das famílias durante o feriado.
Assista ao vídeo do BNews que acompanha a movimentação do centro econômico-cultural:
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