Cultura

Entre peixes e tradições, Feira de São Joaquim vira ‘ponto de encontro’ dos baianos na Semana Santa

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Durante a Semana Santa, a Feira de São Joaquim se transforma em um ponto de encontro para tradições e sabores em Salvador  |   Bnews - Divulgação Reprodução / BNewsTv
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 01/04/2026, às 17h56



Com o cheiro de frutos do mar no ar e o vai-e-vem constante dos soteropolitanos, a Feira de São Joaquim ganha um ritmo ainda mais intenso durante a Semana Santa (3), em Salvador. 

Maior feira livre da capital baiana, o espaço mercadológico se transforma, todos os anos, em um verdadeiro ponto de encontro para quem busca manter vivas as tradições da mesa e da fé.

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Nos dias que antecedem a Sexta-feira Santa, o centro de mercadorias parece pulsar mais forte. Nas bancas, o brilho prateado dos peixes se mistura às cores dos temperos, às folhas frescas e aos ingredientes que fazem parte da culinária baiana. 

É ali que muitos soteropolitanos vão em busca do bacalhau, da corvina, do camarão seco e de tantos outros elementos que compõem os pratos típicos do período.

A tradição de evitar carne vermelha e preparar refeições à base de peixe faz com que o movimento aumente significativamente. Mas, a importância da Feira de São Joaquim vai além do aspecto econômico. O local funciona como um espaço de resistência cultural, onde tradições religiosas e culinárias se encontram. 

Entre corredores apertados e barracas cheias, a fé se manifesta de forma silenciosa, presente nos ingredientes que irão compor as mesas das famílias durante o feriado.

Assista ao vídeo do BNews que acompanha a movimentação do centro econômico-cultural:

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