Economia & Mercado

Suzano busca agilidade de startup após compra da Fibria

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Companhia quer manter bons rendimentos registrados em 2017  |   Bnews - Divulgação Valor/Reprodução

Publicado em 21/08/2018, às 10h42   Redação BNews



Após compra da Fibria, a Suzano Papel e Celulose caminha para que o ano de 2018 seja um marco na história do grupo. Juntas, Suzano e Fibria valem cerca de R$ 93 bilhões e darão origem à maior empresa do agronegócio brasileiro.

"[2017] Foi um ano muito positivo, também beneficiado pelo momento especial dos preços da celulose e, agora, pelo câmbio", diz o presidente da Suzano, Walter Schalka, em entrevista ao jornal Valor Econômico.

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Em 2017, produção e vendas de celulose, de cerca de 3,6 milhões de toneladas, foram recorde, e o custo caixa de produção da matéria-prima, importante fator de rentabilidade, ficou em R$ 599 por tonelada, o menor em termos nominais desde 2014.

Segundo o jornal, a meta, que poderá ser mais ambiciosa após combinação com a Fibria, é chegar a R$ 475 por tonelada entre 2021 e 2022. Diante do cenário positivo, o próximo passo de transformação, segundo o executivo do grupo, é fazer com que a empresa funcione na velocidade de uma startup. "Uma organização pode grande, mas tem de ser ágil. A própria Suzano passou por uma evolução enorme, mas ainda está longe do que eu gostaria", afirma.

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