Em 14 das 17 capitais brasileiras onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza todos os meses a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, o conjunto de gêneros alimentícios essenciais ficou mais caro em janeiro. As principais altas ocorreram em Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro e Aracaju. As três cidades onde os preços caíram foram Curitiba, São Paulo e Recife.
Em Salvador, a cesta básica ficou mais cara no mês de outubro. O preço médio da cesta básica subiu 1,00%, passando a custar R$ 197,63, contra os R$ 195,68 registrados no mês anterior. Nesse mesmo mês, a cesta básica da capital baiana foi a 6ª mais barata dentre as 17 capitais pesquisadas.
O tomate (31,5%) e a banana (9,4%) foram os produtos que registraram as altas mais expressivas no mês. Dos 6 (seis) produtos que registraram queda de preço, os destaques ficaram com o feijão (-7,00%) e o arroz (-4,71%).
A cesta básica calculada pelo Dieese é composta de 12 produtos, conforme definido pelo decreto-lei 399 de 30 de abril de 1938.
Confira os preços da cesta em cada capital pesquisada, em janeiro, da mais barata para a mais cara
(em relação a dezembro e na variação anual):
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Em janeiro, na média das 17 capitais, o trabalhador remunerado pelo salário mínimo precisou cumprir uma jornada de 95h03min para adquirir a cesta básica, menos que em novembro (98h11min) mas bem acima de janeiro de 20010 (86h48min).

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