Economia & Mercado
Publicado em 10/02/2025, às 12h05 - Atualizado às 12h18 Publicado por Vagner Ferreira
Dados da Caixa Econômica Federal apontam aumento na participação do programa Minha Casa, Minha Vida em todo o país, com subsídios estaduais de 2024 em R$ 837,1 milhões, registrando alta de 92%, quando comparado a 2023. No entanto, de acordo com informações de o jornal O Globo, o valor investido é o menor desde 2012, que contabilizava R$ 1,861 bilhão.
Segundo a reportagem, em 2024 foram financiadas 50,3 mil unidades habitacionais, dos 123 mil imóveis construídos ao longo dos 13 anos. Só no ano passado, foram destinados R$ 73,1 milhões em terrenos e R$ 34,7 milhões em emendas parlamentares.
A vice-presidente de Habitação da Caixa, Inês Magalhães, explica que o programa tem como intuito tornar o imóvel mais acessível para o morador, mas há dificuldades com a formação da quantia por parte dos contemplados. “O valor da prestação, em muitos casos, era muito próximo ao de um aluguel, ou às vezes, até inferior. Qual é o grande desafio? É que as pessoas de baixa renda têm dificuldade de fazer a poupança, para dar entrada. A tese é de que se, der entrada, as pessoas conseguem suportar a prestação é que favorece a criação dessa linha do programa”, conforme a reportagem.
A taxa de operação com auxílio dos estados ainda foi mínima em 2024 e representou apenas 10% de todas as unidades contratadas. “A habitação é uma política que não tem uma pactuação federativa. Majoritariamente, são poucas ações (de estados e municípios), seja da produção habitacional, seja de urbanização de favelas, que é um tema importante”, continuou a vice-presidente. Os principais repasses estaduais foram de São Paulo e do Paraná. O programa é direcionado à aquisição da primeira casa por meio da Caixa via FGTS.
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