Economia & Mercado
Publicado em 23/10/2024, às 09h45 Publicado por Vagner Ferreira
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras está com duas propostas para a captação de recursos entre US$ 400 milhões e US$ 500 por meio da Azul Cotação, utilizando como garantia a divisão de logística da empresa, que é a Azul Cargo. A arrecadação é a etapa em que os arrendadores oportunizam que dívidas sejam convertidas em ações ('equity').
Segundo reportagem do Valor Econômico, a primeira proposta é de captação amparada por detentores de dívidas no exterior, os ‘bondholders’, que buscam a liberação de recursos por meio de etapas, sendo uma após assinatura de contrato e as demais com base em contrapartidas da Azul. A sugestão é de que parte da dívida seja convertida em ações e deixe o perfil da Companhia positivo.
O portal informou que, caso a primeira proposta não avance, a sugestão é para a emissão de títulos para a conversão em ações. Ainda, o livro de propostas em parceria com os investidores está em fase final com um total de US$ 400 milhões. Entretanto, falta um posicionamento da companhia, que está avaliando qual a melhor das opções.
Com o avanço nas negociações com os arrendadores, as conversas para mais recursos aceleraram. No início deste mês de outubro, o acordo fechado abrangeu cerca de 92% dos débitos da empresa.
Fontes não reveladas pelo Valor Econômico destacaram que as negociações entre acionistas da holding Abra, que controla a Gol e a Avianca, e a Azul, em relação a consolidação das linhas aéreas brasileiras contribuíram para que a Azul apresentasse mais recursos, assim, evitando uma reestruturação mais profunda.
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