Economia & Mercado
por Mariana Cedrim
Publicado em 31/12/2025, às 21h00 - Atualizado às 23h31
O Banco Central (BC) identificou uma nova suspeita de fraude praticada pelo Banco Master, envolvendo o uso de fundos da Reag DTVM, distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, alvo da operação Carbono Oculto, que investiga a máfia dos combustíveis e ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
A suspeita de crime pode envolver R$ 11,5 bilhões e foi enviada ao Ministério Público Federal (MPF) no dia 17 de novembro. As investigações apontam que o valores foram utilizados para fazer aportes de capital no Banco Master a fim de garantir a manutenção do seu funcionamento nos últimos meses deste ano.
A Reag Investimentos divulgou uma nota informando que não há, “em nenhuma das milhares de páginas produzidas e encaminhadas à Justiça pelo Ministério Público, pela Receita Federal ou pela Polícia Federal”, nem qualquer menção que estabeleça conexão entre a empresa e o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Além disso, a Reag ressaltou que desde o início das apurações relacionadas à Operação Carbono Oculto, tem colaborado com as investigações. O Banco Master ainda não se pronunciou sobre indícios de uma nova fraude.
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