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BNews COP30: "Isso não é nenhum absurdo", diz ministro de Turismo sobre preços de lanches na conferência

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Ministro de Turismo rebate críticas sobre preços cobrados por lanches na COP30: “preço justo”  |   Bnews - Divulgação Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 08/11/2025, às 17h27



Nos dias que antecedem a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), Belém, no Pará, está enfrentando uma série de críticas em relação aos preços que estão sendo cobrados por refeições. 

Na última sexta-feira (7), o âncora da CNN Brasil, Márcio Gomes disse, por meio de suas redes sociais, que pagou R$99 por dois salgados e um refrigerante. Quando questionado pela Jovem Pan, o Ministro Celso Sabino afirmou: “Ainda bem que o problema está sendo o preço da coxinha, porque está tudo funcionando, com muita infraestrutura, muita hospitalidade e comida farta”, disse.

“Eu até quero encontrar com o jornalista porque eu quero que ele encontre outra coxinha nesse preço, porque acho que ele pesquisou, pesquisou, até encontrar a mais cara em Belém para poder fazer uma reportagem”, continuou, criticando a atitude de Gomes, na reportagem.

Segundo ele, Belém conta com uma variedade de restaurantes e lanchonetes com opções de comidas paraenses de “altíssima qualidade”. Ainda, reforçou que uma refeição completa, incluindo suco de frutas regional da Amazônia, custa cerca de R$ 40. “Isso não é nenhum absurdo onde está acontecendo o maior evento diplomático do planeta. A cidade está lotada”, afirmou Sabino. 

“Em Baku, no Azerbaijão, eu cheguei a pagar 10 dólares em uma lata de coca-cola zero, então é natural em grandes eventos que em um local ou em outro o preço esteja mais caro, é a lei da oferta e da procura. Aqui a regra geral é que a comida além de muito deliciosa, está com preço justo”, lembrou. 

Sabino disse, ainda, que na Conferência de Dubai, chegou a pagar 100 dólares por uma refeição e que as críticas estão acontecendo, em sua maioria, pelo evento estar acontecendo no Brasil. “É uma espécie de síndrome de vira-lata”, concluiu.

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