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BNews COP30: “Uma mini revolução está em curso”, diz Rafael Dubeux sobre medidas para agregar valor na economia brasileira

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Secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Rafael Dubeux, está participando da COP30  |   Bnews - Divulgação Reprodução / BNews
por Andrea Vialli, direto de Belém, e Vagner Ferreira

por por Andrea Vialli, direto de Belém, e Vagner Ferreira

Publicado em 15/11/2025, às 19h30



O secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Rafael Dubeux, está participando da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) e explicou sobre o plano de transformação ecológica da pasta. Ainda, indicou as perspectivas de agregar valor para a economia brasileira por meio da agenda de sustentabilidade.

Segundo ele, uma parte da história do Brasil tem sido marcada por um modelo de crescimento baseado na exportação de produtos com  valor agregado, que acaba destruindo o meio ambiente e concentrando renda. O desafio, no entanto, é criar condições de equilíbrio macroeconômico, melhorar o ambiente de negócios e construir uma agenda de longo prazo capaz de transformar esse padrão de desenvolvimento econômico.

“Uma mini revolução está em curso com um conjunto de instrumentos que foram aprovados e já tão implementados para a gente ir gradualmente reorientando o padrão de crescimento na economia brasileira, garantindo que a gente tenha incentivos para atividade que promovam inovação, sustentabilidade e distribuição de renda”, afirmou. 

Dubeux citou também avanços no plano de transformação ecológica do Ministério da Fazenda, como a regulação do mercado de créditos de carbono. 

“Do ponto de vista legislativo, temos a aprovação da lei do mercado regulado de carbono, que é uma pedra angular da política climática de todos os outros países, da União Europeia, da Califórnia e de várias outras regiões da China; a aprovação da lei de combustíveis do futuro, que também está valendo regra não só para ampliar o uso de etanol e biodiesel que a gente já viu no Brasil, mas também de diesel verde, de biometano, de captura estocada de carbono e várias outras soluções possíveis”, destacou.

“Além disso, tem a aprovação da lei do marco legal do hidrogênio debaixo de carbono; a aprovação da lei que estabeleceu o EcoInvest, que é um programa central para a gente mobiliza capital privado e estrangeiro, superando os grandes gargalos para investimento em países de movimento, que é o risco de volatilidade do câmbio”, continuou.

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