Economia & Mercado
por Vagner Ferreira
Publicado em 04/12/2025, às 12h47 - Atualizado às 12h47
O Governo Federal, com ajuda da Petrobras, colocou duas de suas três áreas de pré-sal para leilão na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), durante a manhã desta quinta-feira (4). De acordo com informações do jornal O Globo, a proposta buscava conseguir recursos para a União, mas, em contrapartida, arrecadou apenas R$ 8,7 bilhões, visto que a previsão era conseguir R$ 10,2 bilhões.
O leilão teve como objetivo vender a parte que pertence à União em trechos ainda não contratados dos campos de Mero, Atapu e Tupi, todos localizados na Bacia de Santos, dentro do pré-sal. Embora esses campos já estejam produzindo petróleo, suas jazidas ultrapassam os limites das áreas que já tinham contratos ativos.
A expectativa era arrecadar pelo menos R$ 10,2 bilhões com a venda dessas participações: 3,50% em Mero, 0,83% em Tupi e 0,95% em Atapu. Apesar de sete empresas participarem do certame, apenas a Petrobras e a Shell ficaram com as áreas, não havendo disputas.
Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, rendeu R$ 7,791 bilhões ao ser adquirida pelo consórcio Petrobras–Shell, valor 1,9% acima do mínimo previsto. Atapu também foi comprada pelo mesmo consórcio, que ofereceu R$ 1,001 bilhão, um ágio de 16% sobre o lance mínimo. Já o Tupi, que tinha valor mínimo de R$ 1,692 bilhão, não recebeu propostas. A assinatura dos contratos deve ocorrer até 4 de março de 2026.
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