Economia & Mercado
por Vagner Ferreira
Publicado em 04/12/2025, às 09h23
A Grande Fortaleza, localizada na região metropolitana do Ceará, liderou o aumento da miséria no país na última década e representou o maior retrocesso de pessoas em extrema pobreza, conforme apontam dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre 2015 e 2024. As duas maiores metrópoles brasileiras, Rio de Janeiro e São Paulo, também registraram alta no percentual de população em extrema pobreza.
No geral, o percentual de miséria no Brasil reduziu de 5,6% para 3,5% nas grandes metrópoles durante o período. Entretanto, nas dez maiores metrópoles do país, o índice cresceu em proporção e em números absolutos, passando de 2,9% para 3,3% nesse período.
Em 2024, essas regiões contabilizaram 64 milhões de moradores, dos quais 2,1 milhões viviam em extrema pobreza. Vale lembrar que, em 2015, haviam 62 milhões de habitantes, sendo 1,8 milhão de pessoas nessa condição.
Para se enquadrar como uma pessoa em extrema pobreza, o IBGE utilizou os critérios impostos pelo Banco Mundial: renda per capita inferior a US$ 2,15 por dia, ou seja, cerca de R$ 223 mensais na cotação atual.
Fortaleza, porém, registrou alta de 2,6 pontos percentuais, alcançando 6,8% da população, uma média de 348 mil pessoas, sendo considerado o maior índice de retrocesso entre as grandes metrópoles brasileiras. Importante destacar que a Grande Fortaleza concentra 3,9 milhões de habitantes, é a mais populosa do Nordeste.
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