Economia & Mercado
por Verônica Macedo
Publicado em 05/02/2025, às 10h44 - Atualizado às 10h59
Durante a ´Alvorada dos Garimpeiros´, realizada na manhã do último sábado (1), a réplica do maior diamante do mundo, o ‘carbonato de Sérgio’, como é conhecido, retornou à Lençóis, na Bahia. A pedra foi encontrada em Lençóis em 1895 e havia sido doada à Sociedade União dos Mineiros (SUM) pelo professor do Museu de História Natural de Paris, Francois Farges.
Ela foi exposta na sede da SUM, no centro de Lençóis. A presidente da SUM, Ivonete Eunízia dos Santos, mostrou o ‘carbonato de Sérgio’ dentro de uma caixa de vidro e destacou que, “embora não tenha valor comercial por se tratar de uma cópia do original, o carbonato tem um imenso valor histórico. Trata-se de um patrimônio do Brasil, da Bahia e de Lençóis e que agora poderá ser apreciado”, falou.
Vale salientar que o retorno da peça coincide com a celebração da 173ª Festa de Nosso Senhor dos Passos - Padroeiro dos Garimpeiros de Lençóis. “A festa é um ato de fé e preservação da memória dos fundadores de Lençóis. O garimpo de diamantes de Lençóis começou em 1845, e terminou em 1996 quando foi proibido pelo governo do Estado”, frisou Ivonete.
História da pedra
A assessoria de comunicação de Lençóis explica que “o carbonato original tinha 3,245 kilates e foi encontrado pelo garimpeiro Sergio Borges de Carvalho, em 15 de julho de 1895, no garimpo do Brejo da Lama, que ficava entre os rios Capivara e Roncador, no município de Lençóis. O mineral tem a mesma composição de carbono que o diamante, porém não se cristalizou. Daí ser muitas vezes citado como ´diamante negro´”.
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