Economia & Mercado
por Alex Torres e Leonardo Oliveira
Publicado em 22/08/2025, às 16h17 - Atualizado às 16h18
O lançamento de uma iniciativa que inspira e valoriza o jornalismo voltado à atividade mineral foi realizado nesta sexta-feira (22). O Prêmio de Jornalismo — Mineração e Sustentabilidade — levantou a pauta, trazendo a importância dessa temática para a sociedade.
A realização desse prêmio é muito importante para justamente a gente mostrar para toda a população que não há transição energética sem mineração, não há uma transição para economia de baixo carbono sem a mineração e a comunicação, o jornalismo, ele é essencial para que essas mensagens cheguem a toda a comunidade, a toda população”, ressalta Carlos Borel, vice-presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM).
O evento foi realizado no auditório da CBPM, no CAB, em Salvador, que também contou com a parceria do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Galvani e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia (Sinjorba).
Para Moacyr Neves, presidente do Sinjorba, a iniciativa pode oferecer aos jornalistas a oportunidade de abordar o tema da mineração sobre uma ótica construtiva, na busca de qualificar a cobertura jornalística.
A ideia é exatamente qualificar a informação. É apresentar o setor mineral como um setor estratégico para a nossa economia e o que tem sido feito para que ele se insira nessa pauta da sustentabilidade. Muitas ideias estão surgindo no sentido de garantir uma nova abordagem para essa questão e a gente quer contribuir com isso”, afirmou o presidente.
A atual presidente eleita do Sinjorba, Fernanda Gama, também reforçou a ideia, salientando a importânica no combate às fake news. Ela vai tomar posse na entidade nesta terça-feira (26).
"A gente espera que com esse esse prêmio, dedicado aos nossos colegas jornalistas, a gente consiga cada vez mais alcançar nichos do jornalismo e mostrar que o jornalismo pode ser muito amplo, pode ser muito plural. A gente tem uma luta grande com relação a fake news", disse.
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"O Sinjorba, junto com a Federação Nacional dos Jornalistas vem lutando e combatendo as fake news e com esse tipo de prêmioa gente promove o bom jornalismo, a gente promove profissionais de fato comprometidos e éticos. A gente tem que se preocupar sempre com a ética na nossa profissão", complementou.
Mineração e economia
A mineração teve importância redobrada no advento da indústria 4.0, com o Brasil e sobretudo a Bahia no centro dessa competição, fazendo com que o prêmio possa valorizar a importância da Bahia no cenário mineral brasileiro.
Hoje nós estamos tratando de uma corrida para quem detém os insumos necessários à tecnologia de produção de chips e de inteligência artificial. Então a mineração ganha uma importância muito grande. A Bahia tem uma importância grande no setor de mineração. Nessa corrida para oferecer insumos à indústria 4.0, a Bahia se destaca porque tem uma grande quantidade desses insumos necessários, inclusive das terras raras que hoje está na pauta geopolítica mundial", salienta Moacyr.
Além disso, as empresas buscam atuar para trazer os benefícios do setor para a sociedade. É o que afirma Carlos Borel, que salienta a atuação da Companhia na forma em que toda a população da comunidade onde a mineração está instalada e no entorno se beneficie do lado positivo da mineração.
A gente tem atuado junto com as nossas empresas parceiras, de forma que os benefícios da mineração cheguem para todos. Não adianta, como o presidente Henrique Carballal fala, a gente ter a energia eólica enquanto embaixo tem aquela toda aquela riqueza e não é distribuída para comunidade que está ali naquela região. Então a gente tem atuado dessa forma em parceria com a comunidade local e o jornalismo é essencial para que essas mensagens cheguem de fato até a população”, ressalta o vice-presidente da CBPM.
Carlos Borel ainda pontua que a realizção do prêmio em parceria com a Galvani e o Sinjorba torna-se fundamental para divulgar que "não há transição energética, não há uma transição para uma economia de baixo carbono sem a mineração”.
Sustentabilidade
De acordo com Sylvia Tambarin, diretora de sustentabilidade e relações institucionais da Galvani, há também a preocupação com a parte sustentável da equação. Ela afirma que a instituição, que atua fortemente no setor de mineração, deixa um legado
"A Galvani tem histórico na mineração e a gente está agora em fase de implantação de mais uma unidade em Irecê, onde tem toda uma pegada sustentável de inovação e tecnologia. Essa nossa unidade já nasce num conceito sustentável, sem a geração de rejeitos, sem barragem de rejeitos e toda a água utilizada no processo é 100% recirculada", conta.
Ela ainda afirma a preocupação após toda a atividade realizada, ressaltando a atividade do Insituto da empresa na esfera social. "A mineração tem uma data de início e fim. E depois, como é que ficam essas comunidades? Como é que fica a sociedade que está ali no dia a dia da mineração? O Instituto Lina Galvão vem justamente para preparar essa comunidade, para que tenha a sustentabilidade no seu dia a dia após as operações", finaliza.
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