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BNews Mineração: Soluções para sistemas de remediação em áreas com metais foram discutidas na FENÁGUA 2024; saiba mais

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Também foi debatido manejo sustentável dos recursos hídricos subterrâneos na FENÁGUA 2024  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Pixabay
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 22/08/2024, às 10h17 - Atualizado às 10h22



Durante a FENÁGUA 2024 – Feira Nacional da Água, que ocorreu de 12 a 15 de agosto em São Paulo, a Cetrel, empresa referência em soluções ambientais, apresentou os trabalhos “Utilização do Zoneamento Ambiental como Instrumento para Controle do Uso e Manejo Sustentável dos Recursos Hídricos Subterrâneos no Polo Industrial de Camaçari, Bahia, Brasil” e “Ferro e Manganês – A Problemática da Presença desses Metais no Desempenho de Sistemas de Remediação”.    

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As apresentações aconteceram no contexto do XXIII Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas (ABAS), sendo o primeiro trabalho conduzido pelos especialistas Antonio Jorge da Cruz Rodrigues, Carlos Eduardo Santos Mayerhofer e Jordon Luiz Werlang; e o segundo, no formato paper, pelos autores André Souza e Majhal Pinheiro.   

 “A proposta foi apresentar o modelo desenvolvido no Polo Industrial de Camaçari, que pode ser replicado em outras regiões com condições hidrogeológicas semelhantes, contribuindo para uma gestão integrada e sustentável desses recursos”, informa Antonio Jorge da Cruz Rodrigues, consultor do Plano de Gerenciamento de Recursos Hídricos (PGRH) da Cetrel.   

A discussão sobre o zoneamento ambiental e a gestão de recursos hídricos subterrâneos em um evento nacional como o Congresso Brasileiro de Água Subterrânea é de extrema importância. “O objetivo é reforçar a importância de práticas como o monitoramento contínuo e a análise de risco, que são fundamentais para a gestão sustentável dos aquíferos, especialmente em áreas industriais”, destaca Carlos Mayerhofer, gerente de Consultoria Ambiental da empresa.  

Entre as soluções e boas práticas compartilhadas, destacam-se a definição de critérios técnicos para a explotação sustentável das águas subterrâneas e o desenvolvimento contínuo de modelos numéricos de fluxo regional e local. Essas ações permitem simular cenários de balanço hídrico e garantir condições de explotação que preservem a qualidade e quantidade dos recursos.

“Além disso, a experiência do Polo Industrial de Camaçari destaca a importância do uso de técnicas avançadas, como a modelagem de transporte de partículas e a análise de isótopos”, pontua Jordon Luiz Werlang, coordenador do Plano de Gerenciamento de Recursos Hídricos (PGRH).   

Já o paper sobre “Ferro e Manganês – A Problemática da Presença desses Metais no Desempenho de Sistemas de Remediação” teve como objetivo mostrar que os efeitos da presença de ferro e manganês nas águas subterrâneas podem afetar significativamente o desempenho de técnicas de remediação e em determinadas condições podem inviabilizar a operação de sistemas.

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