Economia & Mercado
por Vagner Ferreira
Publicado em 13/09/2025, às 15h12
A herança do estilista Giorgio Armani, que morreu na semana passada, pode ter novos rumos. O CEO da grife de luxo pode ter determinado que seus herdeiros vendessem uma participação inicial de 15% da Giorgio Armani SpA, em um prazo de 18 meses, a um grupo de “igual prestígio”, como LVMH, L’Oréal ou EssilorLuxottica, segundo aponta o jornal O Globo.
Uma outra parcela, de 30% a 54,9%, deve ser transferida para esse mesmo comprador dentro de um período de três e cinco anos da morte de Armani, para que assim, o novo administrador passe a possuir o controle majoritário da grife. Vale ressaltar que, ao longo da vida, o CEO recebeu propostas para vender a empresa, mas optou por seguir de forma independente.
A empresa possui parcerias com empresas como a EssilorLuxottica e a L’Oréal, e tinha proximidade com o presidente da LVMH. A venda da Armani poderia também considerar uma oferta pública inicial (IPO) em Milão ou em outro mercado relevante, conforme aponta os documentos. Analistas acreditam que a LVMH seria a compradora mais adequada, pois “tem histórico de ser um investidor minoritário paciente, de longo prazo e de apoio”.
O capital da empresa ficou sob a responsabilidade de membros da família, como das sobrinhas Roberta e Silvana Armani, que trabalham na empresa, do sobrinho Andrea Camerana, membro do conselho da companhia, da irmã Rosanna, além do braço direito de Armani, Leo Dell’Orco – este recebeu 30% das ações da empresa e 40% dos direitos de voto.
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