Economia & Mercado
por Vagner Ferreira
Publicado em 05/09/2025, às 14h09
O italiano Giorgio Armani morreu nesta quinta-feira (4), aos 91 anos, deixando um legado no império da moda. O empresário, no entanto, não possuía herdeiros diretos (filhos) e confiou a administração de sua empresa homônima, que foi fundada em 1975, para familiares e colaboradores de longa data, conforme informações do jornal O Globo. O patrimônio está avaliado em US$ 9,4 bilhões.
Armani já havia dito que não descartava a venda da empresa para um grupo maior após sua morte ou a abertura de capital (IPO). “O que sempre caracterizou o sucesso do meu trabalho foi a capacidade de me adaptar aos tempos que mudam", disse, conforme aponta O Globo. Apesar de, ainda, não se ter muitos detalhes sobre os próximos passos, a empresa garantiu que vai manter a memória do fundador.
“Giorgio Armani é uma empresa com cinquenta anos de história, construída com emoção e paciência”, comunicou a empresa, segundo a reportagem. “Giorgio Armani sempre fez da independência — de pensamento e de ação — sua marca registrada. A empresa é, agora e sempre, um reflexo desse espírito. Sua família e seus colaboradores levarão o grupo adiante com respeito e continuidade desses valores”, continuou o comunicado.
O dono da Giorgio Armani SpA já tinha mencionado que deixaria o controle da empresa para “um grupo de pessoas de confiança, próximas de mim e escolhidas por mim”. Uma dessas pessoas seria Leo Dell’Orco, com quem teve apoio desde o início da gestão, as sobrinhas Silvana e Roberta Armani e o sobrinho Andrea Camerana. “Um grupo de pessoas de confiança, próximas de mim e escolhidas por mim”, disse, segundo a reportagem
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