Economia & Mercado

Brasil sobe no ranking do IDH, mas segue atrás de vizinhos em educação

José Cruz / Agência Brasil
Índice foi publicado nesta terça-feira (6) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)  |   Bnews - Divulgação José Cruz / Agência Brasil

Publicado em 06/05/2025, às 08h12 - Atualizado às 08h37   Publicado por Vagner Ferreira



O Brasil subiu cinco posições no ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado nesta terça-feira (6) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O país passou da 89ª para a 84ª colocação entre 193 nações analisadas, com base em dados referentes ao ano de 2023.

O avanço foi impulsionado, principalmente, pelos indicadores de renda e saúde, que mostram sinais de recuperação após os impactos causados pela pandemia da Covid-19. No entanto, o desempenho na área da educação continua estagnado. Segundo dados do g1, o tempo médio de estudo da população brasileira segue abaixo do ideal, o que compromete a evolução no índice geral.

Com um IDH de 0,786 (em uma escala de 0 a 1), o Brasil ficou acima da média global, mas ainda distante dos países com maior desenvolvimento humano, como Suíça, Noruega e Irlanda. No contexto latino-americano, o desempenho brasileiro é considerado intermediário: está atrás de Chile (0,855), Argentina (0,849) e Uruguai (0,809), mas à frente de Paraguai (0,728), Bolívia (0,693) e Venezuela (0,691).

A Islândia lidera o ranking global de IDH com índice de 0,972, seguida por Noruega e Suíça. Já o Sudão do Sul ocupa a última colocação, com apenas 0,388. Os dados refletem a desigualdade global no acesso à saúde, educação e renda, e reforçam a necessidade de políticas públicas mais eficazes para reduzir as disparidades regionais.

Confira ranking com os melhores colocados:

1º. Islândia - 0,972

2º. Noruega - 0,970

3º. Suíça - 0,970

4º. Dinamarca - 0,962

5º. Alemanha - 0,959

6º. Suécia - 0,959

7º. Austrália - 0,958

8º. Hong Kong (China) - 0,955

9º. Holanda - 0,955

10º. Bélgica - 0,951

Confira ranking com os dez piores colocados:

184º. Iêmen - 0,470

185º. Serra Leoa - 0,467

186º. Burquina Faso - 0,459

187º. Burundi - 0,439

188º. Mali - 0,419

188º. Níger - 0,419

190º. Chade - 0,416

191º. República Centro-Africana - 0,414

192º. Somália - 0,404

193º. Sudão do Sul - 0,388

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