Economia & Mercado

Brasileiros deixam de resgatar até R$ 50 mil de parentes mortos; entenda

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Benefícios como DPVAT e seguros de vida têm altos índices de esquecimento  |   Bnews - Divulgação Pixabay
Bruna Rocha

por Bruna Rocha

Publicado em 23/08/2025, às 10h45



Perder um ente querido é uma dor irreparável. Em meio ao abalo, muitas pessoas acabam se afastando dos pertences e assuntos relacionados ao falecido. Como consequência, valores deixam de ser resgatados em média, entre R$ 10 mil e R$ 50 mil em benefícios a que a pessoa tinha direito são esquecidos. As informações são da CNN Brasil. 

Os dados são do Planeje Bem, primeira plataforma digital brasileira dedicada ao planejamento sucessório e ao apoio pós-perda.

De acordo com o levantamento, os ativos mais negligenciados pelas famílias, com seus respectivos percentuais de esquecimento, são:

  • Indenização do Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (DPVAT), em caso de acidente ou morte: 40%;
  • Auxílios e benefícios trabalhistas (FGTS, PIS/Pasep, salários, férias, 13º e outros): 25% a 30%;
  • Contas bancárias, investimentos e consórcios: 25%;
  • Seguros de vida e acidentes pessoais: 20%;
  • Seguros corporativos e previdência privada (PGBL/VGBL): 20%;
  • Pensão por morte do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): 10%.

Além desses, existem benefícios menos conhecidos que também têm alto potencial de esquecimento, como:

  • Auxílio-funeral: oferecido por bancos e operadoras de cartão, geralmente entre R$ 2 mil e R$ 5 mil;
  • Milhas aéreas: podem representar perdas de até R$ 4 mil se não transferidas em tempo hábil;
  • Carteiras virtuais e auxílios vinculados a cartões de crédito: valores que igualmente exigem atenção.

Segundo a Planeje Bem, grande parte desses recursos de menor porte pode ser acessada diretamente, sem necessidade de inventário. No entanto, o resgate depende do cumprimento de prazos legais e da apresentação de documentação específica pontos que ainda são desconhecidos pela maioria das famílias.

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