Economia & Mercado
A montadora chinesa BYD, sigla para “Build Your Dreams” (“Construa Seus Sonhos”), divulgou uma carta em resposta enviada no último dia 15 por General Motors, Stellantis, Toyota e Volkswagen ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pressiona o governo federal a reduzir temporariamente a 10% a alíquota de importação de veículos eletrificados desmontados nos regimes SKD (semidesmontados) e CKD (completamente desmontados).
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Nos dias atuais, os carros SKD pagam 16% de taxa, enquanto os CKD (totalmente desmontados) recolhem 18%. Os valores vigoram até 2028.
A BYD chamou outras montadoras de "dinossauros" e disse que os brasileiros, por décadas, foram obrigados a pagar caro por tecnologia velha e design preguiçoso. Ainda segundo a montadora chinesa, a carta tem o "tom dramático de quem acaba de ver um meteoro no céu".
"O problema não é o meteoro, claro. O problema é que ele está sendo bem recebido pelos consumidores — aqueles mesmos que, por décadas, foram obrigados a pagar caro por tecnologia velha e design preguiçoso", declarou a BYD.
A carta foi enviada em junho. Nela, as montadoras estimam que, com a medida do governo, deixarão de contratar 10 mil trabalhadores e que 5 mil empregados atuais poderão ser demitidos. O texto ressalta que o impacto não se restringiria só às montadoras.
Já a BYD ironizou o conteúdo. "Chega uma empresa chinesa que acelera fábrica, baixa preço e coloca carro elétrico na garagem da classe média, e os dinossauros surtam. Não foi por acaso que uma concorrente reduziu o valor de um modelo elétrico em mais de 100 mil reais depois da chegada da BYD. Por que antes custava tanto?", disse a montadora.
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