Economia & Mercado

Carlos Falcão, presidente do Business Bahia, abre o jogo sobre a perda do protagonismo econômico do estado; assista

Verônica Macedo / BNews / Montagem BNews
Presidente do Business Bahia destacou os motivos para essa situação estar ocorrendo  |   Bnews - Divulgação Verônica Macedo / BNews / Montagem BNews
Tácio Caldas e Verônica Macedo

por Tácio Caldas e Verônica Macedo

tacio.caldas@bnews.com.br

Publicado em 29/08/2024, às 14h00 - Atualizado às 14h01



O presidente do Business Bahia, Carlos Falcão, sabe que o setor econômico do estado está ficando para trás frente a outras unidades federativas. De acordo com Falcão, o Summit de Negócios deve ajudar no resgate do protagonismo do Estado da Bahia no cenário econômico do Nordeste.

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Apesar de vir melhorando, a Bahia vem perdendo seu protagonismo, tanto na participação do PIB no Nordeste, quanto na participação do PIB brasileiro. Nós já tivemos uma posição de mais destaque. É exatamente isso que a gente busca resgatar, o protagonismo baiano, não somente no Nordeste, mas no Brasil. E para isso, nós temos que produzir mais, vender mais, temos que fortalecer a nossa economia", poderou Falcão.

Para atingir essa finalidade, o gestor do Business Bahia afirmou que o evento tem como meta reunir pessoas e gestores para discutir a economia baiana. "Nosso objetivo é que as pessoas, os CEOs se conheçam, tratem de negócios de uma forma multisetorial. [...] Nós esperamos reunir duas mil pessoas de altíssimo gabarito para discutir a Bahia", destacou Falcão.

REFORMA TRIBUTÁRIA

Questionado sobre a reforma tributária que está sendo promovida no Brasil, Carlos Falcão admitiu que o Business Bahia tem discutido o assunto. Apesar disso, o gestor acredita que essa mudança não será totalmente positiva para os brasileiros.

O Business Bahia promoveu várias reuniões sobre a reforma tributária, inclusive com deputados que estavam fazendo parte de comissões. [...] eu sou um crítico de assuntos da reforma tributária, inclusive o fato de que com certeza vamos ter o maior IVA do mundo. [...] eu não posso concordar com isso [...] acho que ela era necessária, importante, mas acho que alguns setores ficaram prejudicados e não podemos aceitar calado e termos de maior IVA do mundo. Infelizmente, eu acho que nessa altura do campeonato ela é irreversível, nós vamos ter que aprender a conviver com isso", detalhou Carlos Falcão.

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