Economia & Mercado
por Vagner Ferreira
Publicado em 20/02/2026, às 09h34
Todos os bens e o dinheiro do financista americano Jeffrey Epstein, famoso por frequentar círculos de poder com pessoas públicas e por crimes de exploração sexual de mulheres e adolescentes, falecido em 2019, serão utilizados para pagar até US$ 35 milhões – ou seja, cerca de R$ 182 milhões – para encerrar uma ação coletiva.
De acordo com o portal Uol, o processo, aberto em 2024 em um tribunal federal em Manhattan, mira o ex-advogado de Epstein, Darren Indyke, e o ex-contador Richard Kahn. Ambos são co-executores do espólio e são acusados de ajudar Epstein a criar uma rede de empresas e contas bancárias para ocultar seus abusos, pagar vítimas e recrutadores, recebendo altos ganhos por isso.
O advogado dos assessores, Daniel H. Weiner, afirmou que nenhum deles admitiu culpa, mas que o acordo oferece “uma via confidencial para alívio financeiro” às vítimas. Segundo ele, os co-executores estavam preparados para lutar até o julgamento, mas optaram por mediar o caso para encerrar definitivamente as reivindicações contra o espólio.
O escritório Boies Schiller Flexner, que representa as vítimas, já havia ajudado a conseguir acordos de US$ 365 milhões (cerca de R$ 1,9 bilhão) com o JPMorgan Chase e o Deutsche Bank, acusados de ignorar sinais de alerta sobre Epstein, que antes era considerado um cliente lucrativo.
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