Economia & Mercado

China dá novo passo em meio ao comércio internacional e toma decisão histórica; saiba qual

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Decisão da China foi anunciada pelo premiê chinês, Li Qiang  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Freepik
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 24/09/2025, às 10h59



A China abandonou o status de ‘país em desenvolvimento’ na Organização Mundial do Comércio (OMC). O anúncio foi feito pelo premiê chinês, Li Qiang e a medida está sendo vista como histórica, atendendo a uma solicitação antiga dos Estados Unidos, que apontava que Pequim já não fazia mais parte deste grupo, conforme informações do portal Uol. Agentes internacionais avaliam a decisão como um novo passo do país rumo a um papel de destaque e liderança. 

Os países em desenvolvimento possuem um "tratamento especial e diferenciado", com mais possibilidade de adquirir subsídios e flexibilidades extras para implementar acordos. O objetivo é que esses países consigam desenvolver políticas públicas, assim, impulsionando a geração de emprego, renda e competitividade.

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"A China não buscará nenhum novo tratamento especial e diferenciado nas negociações atuais e futuras da Organização Mundial do Comércio", disse o premiê chinês, conforme aponta a reportagem. 

"A decisão da China reflete o compromisso com um sistema comercial global mais equilibrado e equitativo. Ela envia um forte sinal de apoio à reforma da OMC e ajudará a promover condições mais equitativas para todos os membros", afirmou a diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, segundo o Uol. “Essa medida, sem dúvida, energizará as discussões e nos ajudará a trabalhar em direção a uma organização mais ágil e eficaz para o século 21", continuou.

A OMC informou que a China tem se tornado “a maior comercializadora de mercadorias do mundo e a segunda maior economia, levou a pedidos para que ela renunciasse a esse status".

Com a nova medida, espera-se que o governo chinês passe a ter reforma na instituição e se equipare às grandes potências europeias e americana. O Brasil já foi alvo de pressão dos EUA na gestão do governo de Jair Bolsonaro e pretendia ceder para agradar a Trump.

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