Economia & Mercado
por Bruna Rocha
Publicado em 08/04/2025, às 16h01
A China não recuou sobre as tarifas retaliatórias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o dólar sob no Brasil. O país asiátco tinha até às 12h desta terça-feira (8) — 13h no horário de Brasília — para anular as tarifas recíprocas de 34% impostas contra os EUA.
O país asiatico solicitou consultas na Organização Mundial do Comércio (OMC) os Estados Unidos e suas medidas. “A China impõe uma taxa de 10% sobre os parceiros comerciais e uma taxa adicional de 34% sobre as importações aos EUA”, pontuou a OMC, conforme apuração da CNN Brasil.
Devido ao posicionamento do Brasil, que se destaca como um dos aliados asiáticos mais vulneráveis neste embate entre gigantes, o país sofre um impacto direto. O dólar apresentou uma alta de 1%, alcançando R$ 5,90. Além disso, os aliados de Trump expressaram descontentamento em relação às taxas.
Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, publicou nas redes sociais que "provavelmente os EUA aumentarão a inflação e a probabilidade de recessão", diz. Já um dos principais amigos do presidente americano, o bilionário Elon Musk, fundador da Tesla, também criticou o governante e fez postagens defendendo o livre comércio.
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