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Com dívidas de R$ 600 milhões, Rossi entra com pedido de recuperação judicial

Divulgação/Grupo Rossi
Segundo a Rossi o pedido representa “uma etapa fundamental no processo de equacionamento econômico-financeira” do grupo  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Grupo Rossi

Publicado em 19/09/2022, às 20h29   Redação BNews



O ajuizamento de um pedido de recuperação judicial foi realizado, nesta segunda-feira (19), pela Rossi Residencial, em conjunto com 313 sociedades integrantes de seu grupo econômico, nesta segunda-feira (19). A solicitação foi feita na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da comarca da capital do Estado de São Paulo. A dívida seria de R$ 1,2 bilhão.

De acordo com a própria Rossi, o grupo já vinha num processo de reorganização financeira desde dezembro de 2017 e de lá para cá, houve um esforço para o equacionamento de dívidas corporativas contratadas junto aos bancos e instituições financeiras. Esse esforço, no entanto, não foi capaz de salvar a empresa da recuperação judicial.

"A administração confia que a recuperação judicial é o instrumento adequado para viabilizar uma solução global e definitiva para a readequação do fluxo de caixa do Grupo Rossi", diz a companhia, em comunicado. A 1ª Vara de Falências da Justiça de São Paulo será responsável pelo caso.

De acordo com a própria Rossi, o grupo já vinha num processo de reorganização financeira desde dezembro de 2017 — de lá para cá, houve um esforço para o equacionamento de dívidas corporativas contratadas junto aos bancos e instituições financeiras. Esse esforço, no entanto, não foi capaz de salvar a empresa da recuperação judicial.

Por ora, não há detalhes quanto ao plano de reestruturação e as eventuais propostas a serem feitas aos credores da Rossi. Mas o balanço da empresa no segundo trimestre de 2022 dá uma dimensão dos obstáculos a serem vencidos: a dívida bruta somava R$ 598,8 milhões ao fim de junho; o caixa, por sua vez, era de apenas R$ 4,4 milhões.

Vale lembrar que o pedido de recuperação judicial não é sinônimo de falência. Pelo contrário: é um mecanismo para preservar as operações de uma empresa em paralelo à reestruturação da dívida e às negociações com os credores.

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