Economia & Mercado
por Leonardo Oliveira
Publicado em 16/01/2026, às 15h21
Um estudo, divulgado nesta semana pela consultoria Sports Value revela que a Copa do Mundo de 2026 será a mais rica da história. Os dados projetados pela Fifa são de uma receita total de US$ 10,9 bilhões (cerca de R$ 58,55 bilhões), um aumento de 56% em comparação com a Copa do Mundo de 2022 no Catar.
A Sports Value afirma que o torneio será 'um marco econômico no mundo do esporte'. O mundial de futebol terá a participação de 48 seleções pela primeira vez na história sendo disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.
Pela primeira vez, os direitos de transmissão vão atingir 4,3 bilhões de dólares (R$ 23,1 bilhões) e os patrocínios 2,8 bilhões de dólares (R$ 15 bilhões), valores recordes para a Fifa. Entre os patrocinadores oficiais da Fifa, globais e locais, estão empresas como Adidas, Budweiser (AB Inbev), Coca-Cola, Diageo, Dove (Unilever), Hisense, Hyundai/Kia, Lenovo, Qatar Airways, Visa, Lay's, McDonald's, Verizon e Visa, entre outras.
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Com isso, os direitos de TV terão um crescimento de 24% e os patrocínios de 59%. Agora o maior impacto para todo esse sucesso é o crescimento astronômico das receitas com vendas de ingressos e hospitality. Na Copa do Catar, o matchday foi de aproximadamente 950 milhões de dólares (R$ 5,1 bilhões), valor que pode saltar para 3 bilhões de dólares (R$ 16,1 bilhões) em 2026.
De acordo com o estudo da Sports Value, esse valor representa um crescimento considerável de 216%. Para se ter uma ideia, a movimentação com os estádios para a Copa do Mundo de 2026 pode ser parecida com a soma das últimas seis edições do evento.
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