Economia & Mercado
por Verônica Macedo
Publicado em 21/08/2024, às 10h53 - Atualizado às 10h57
A expansão das criptomoedas no mercado brasileiro depende de um conjunto robusto de políticas públicas que garantam segurança, acessibilidade e inovação. Ainda não temos clareza de qual será o posicionamento de Galípolo sobre o assunto, no caso de que seja confirmada sua indicação.
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“Entretanto, sabemos que será necessário dar continuidade no processo de regulamentação, implementando normas que estabeleçam diretrizes claras para o uso e comércio das criptomoedas, protegendo empresas e usuários, sem perder a essência da liberdade que as criptomoedas proporcionam”, diz Denise Cinelli, COO da CryptoMKT.
Ela ressalta que, “nos bastidores circula a informação que Gabriel Galípolo será o sucessor de Roberto Campos Neto como presidente do Banco Central - BC, e isso nos faz refletir como um líder nessa posição pode influenciar o mercado cripto no Brasil”.
E comenta: "O Brasil tem uma oportunidade única de liderar a adoção de criptomoedas na América Latina. Para isso, precisamos de regulamentações claras que garantam a segurança dos usuários, sem sufocar a inovação. Ou seja, manter a liberdade que as criptomoedas representam, mas colocando regras para dar segurança aos investidores. O novo presidente do Banco Central desempenha um papel vital ao criar um ambiente que balanceie proteção e crescimento. Estamos prontos para colaborar com as autoridades e stakeholders para fomentar um ecossistema financeiro inclusivo e moderno."
Além disso, pontua Denise, “sabemos que a maioria da população desconhece de como funciona o mercado cripto, portanto é necessário implementar programas educacionais que aumentem o conhecimento sobre criptomoedas e tecnologias blockchain, além de incentivar a inclusão financeira”.
A executiva salienta a importância de iniciativas educacionais para aumentar o entendimento sobre criptomoedas e garantir que a população esteja bem-informada sobre as oportunidades e riscos desse mercado emergente. “Fomentar um ambiente regulatório que promova a inovação, permitindo que startups e empresas de tecnologia blockchain prosperem. Não se pode esquecer que também será necessário enfrentar desafios significativos no desenvolvimento e lançamento do DREX, incluindo garantir a segurança cibernética e a escalabilidade da infraestrutura, criar um quadro regulatório claro, e assegurar a privacidade dos usuários”, diz a COO.
De acordo coma especialista, o novo presidente do Banco Central terá um papel crucial ao liderar a integração das criptomoedas no sistema financeiro nacional. Deverá garantir que a regulamentação promova a segurança sem prejudicar a inovação, além de supervisionar a implementação de políticas que favoreçam a adoção de tecnologias financeiras emergentes no Brasil. A abertura para o diálogo com o setor privado e a academia será essencial para alinhar as políticas às necessidades do mercado e à proteção do consumidor.
“Está claro que o desafio do Banco Central continuará a desenvolver políticas que forneçam um quadro regulatório claro para as criptomoedas, visando tanto a inovação quanto a segurança financeira. Desenvolver políticas que assegurem que as criptomoedas não sejam usadas para atividades ilícitas, como lavagem de dinheiro ou financiamento ao terrorismo também é parte do desafio, já que o mercado de criptomoedas está em constante evolução. Seja como for, esperamos que realmente no novo presidente do Banco Central possa incentivar a inovação no setor financeiro, explorando o uso da blockchain e outros avanços tecnológicos”, finaliza Denise.
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