Economia & Mercado

Dólar bate marca que não alcançava desde 2024 em meio crise entre EUA e Oriente Médio; saiba qual

Valter Campanato/Agência Brasil / Arquivo
Com a marca alcançada pelo Dólar estadunidense, o Brasil bateu uma marca que não alcançava desde 2024, nesta sexta-feira (8)  |   Bnews - Divulgação Valter Campanato/Agência Brasil / Arquivo
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 08/05/2026, às 18h22



O dólar fechou em queda de 0,59% e chegou a R$ 4,89 e quebrou uma marca que não alcançava desde 2024, após o fechamento da bolsa desta sexta-feira (8), valorizando o real brasileiro.

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O Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira, chegou aos 184.108 pontos, representando um avanço de 0,49%. De acordo com o g1, o fator responsável pelas mudanças foram os novos confrontos que aconteceram entre as forças armadas iranianas e embarcações estadunidenses no Estreito de Ormuz.

O atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que segue sem diálogo com o Irã. E por causa da escalada dos conflitos entre os países, os preços do petróleo voltaram a ser elevados ao redor do mundo. O barril de referência internacional, o Brent, subiu 0,53% e fechou a US$ 100,59 por barril.

Na última terça-feira (5), o dólar já tinha chegado ao seu então menor valor e fechou em R$ 4,912. O valor mostra como a moeda brasileira pode continuar na tendência de valorização frente a desvalorização do dólar ao redor do mundo. O atual cenário pode ajudar a beneficiar ainda mais a economia nacional e as exportações do país.

Benefícios ao Brasil

A alta do petróleo costuma beneficiar os países produtores e exportadores de mercadorias como o Brasil. A maior entrada de dólares via exportações corroboram para que o real ganhe força para a moeda estadunidense, colaborando para o valor do dólar ser pressionado para baixo e reduzindo o seu valor.

Em 2026, até o momento, o dólar já caiu um valor acumulado de 10,83% desde o último dia 30 de dezembro de 2025. Já o Ibovespa, no mesmo período, saltou de 161.125 pontos para 184.750 pontos. O valor representa uma alta de 14,26% até o momento do ano vigente.

Europa na contramão

Em relação ao mesmo cenário, mas com o olhar do Velho Continente, as principais bolsas do setor financeiro europeu fecharam em queda. O motivo foi a pressão que preocupa sobre o tempo prolongado que os juros podem continuar em valor elevado nos EUA, além de todo o conflito geopolítico no Oriente Médio.

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