Economia & Mercado
O dólar fechou 2025 com queda de 11,17%, a R$ 5,4890, enquanto o Ibovespa teve uma valorização de 33,95%, o melhor desempenho desde 2016. Na última sessão do ano, o dólar recuou 1,58%, enquanto o índice da B3 subiu 0,40%, encerrando aos 161.125 pontos.
Dólar: ajustes técnicos e impactos externos
O movimento de queda do dólar foi impulsionado por ajustes técnicos, com a formação da Ptax de fim de mês e a liquidez reduzida devido ao feriado de Ano Novo. O cenário de juros altos no Brasil contribuiu para a valorização do real, assim como a queda global da moeda americana.
Para 2026, espera-se que a moeda brasileira continue sua trajetória de fortalecimento, embora o cenário político interno possa influenciar as cotações.
Ibovespa: alta impulsionada por investimentos estrangeiros
O Ibovespa teve um desempenho excepcional, com alta de quase 34% no ano, impulsionado por uma rotação global de recursos e o fluxo de investimentos estrangeiros. Em dezembro, o índice chegou a superar os 165 mil pontos, registrando 32 recordes de fechamento. Investidores estrangeiros foram essenciais, com compras superando as vendas em quase R$ 27 bilhões.
Setores em alta e ações de destaque
O setor bancário foi um dos principais responsáveis pelo crescimento do índice, com Itaú Unibanco e Bradesco subindo 0,65% e 0,16%, respectivamente. Petrobras e Vale tiveram variações mais modestas, enquanto Natura teve uma recuperação de 3,04%. A Embraer teve uma leve queda de 1,45%, após alcançar recordes no mês anterior.
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