Economia & Mercado

Elo com o PCC? Daniel Vorcaro é acusado de receber aportes bilionários de fundo suspeito de facção criminosa

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Vorcaro teria recebido aportes do maior fundo investigado pela Operação Carbono Oculto da PF  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Master

Publicado em 19/11/2025, às 09h35 - Atualizado às 09h37   Redação



Denúncias apontam que o Banco Master e outros negócios ligados a Daniel Vorcaro, banqueiro natural de Belo Horizonte (MG), preso ontem pela Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos, “receberam aportes bilionários do maior fundo investigado pela Operação Carbono Oculto, que apura o uso do sistema de financeiro para lavar dinheiro da facção criminosa PCC”.

As informações constam da reportagem do portal UOL, baseadas em dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia ligada ao Ministério da Fazenda, cuja função é monitorar investimentos financeiros, juntas comerciais e cartórios de registro de imóveis.

Segundo a apuração do UOL, o fundo em questão é o Hans 95, da Reag —uma das gestoras de investimento alvo da Carbono Oculto. “A maioria dos seus investimentos não foi feita diretamente pelo fundo, mas por outros fundos detidos por ele, em uma estrutura de fundos em cascata, o que dificulta o rastreamento do real beneficiário do dinheiro.Não são fundos abertos para aportes de qualquer pessoa, mas fundos fechados, detidos por um número restrito de cotistas —muitas vezes, um outro fundo.Essa mesma lógica financeira foi detectada na investigação que apura a participação do Hans 95 na lavagem de dinheiro do PCC”, diz a matéria.

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