Economia & Mercado

Empresas do varejo utilizam a IA para se aproximar dos clientes; saiba como

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Investimento em IA por parte de empresas do varejo eletrônico está cada vez maior; saiba mais  |   Bnews - Divulgação Divulgação / freepik
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 18/07/2025, às 11h58 - Atualizado às 12h12



As lojas do setor de varejo estão utilizando a Inteligência Artificial (IA) para fazer com que os clientes se sintam únicos. Um desses métodos funciona através de provadores virtuais, que simulam o caimento adequado no vestimento da pessoa. Ainda, tem o intuito de aprimorar encomendas e gerar comunicação personalizada. 

O investimento no comércio eletrônico está cada vez maior. De acordo com informações de o jornal O Globo, o Boticário, por exemplo, teve aumento de 77% ao usar IA para a sugestão de recompras aos consumidores on-line em determinados momentos. O Carrefour, por sua vez, lançou uma ferramenta que lista compras automáticas. 

Após adotar a medida de provador virtual, a Aramis aumentou em 40% o número de visitantes entre dezembro de 2024 e março de 2025, além de 60% no giro dos estoques e em 12% nas vendas. “Conseguimos, cada vez mais, ajustar sortimentos e estoques levando em conta cada loja e seus consumidores”, disse o diretor executivo de Vendas e Canais da Aramis. Guilherme Farinelli, na reportagem.

O método de pedidos únicos e sugeridos especialmente para a pessoa faz com que as compras sejam antecipadas, resultando em aumento nos faturamentos. A Natura passou a adicionar a IA e machine learning (aprendizado de máquina) para identificação específica do consumidor. O Carrefour também entrou neste mercado. 

“Mais de 95% das comunicações da empresa são personalizadas individualmente. Temos um modelo que demonstra o quanto você, consumidor, está próximo de outro grupo de consumo”, disse o diretor de Dados e Insights da empresa, Arthur Silveira, na reportagem. 

A Renner e a C&A também passaram a reforçar os investimentos, com a primeira analisando as tendências de mercado e a segunda voltada para os comportamentos dos clientes e os padrões de consumo. Esta última aplicou mais de R$ 600 milhões em tecnologia nos últimos cinco anos, com mais 16% no setor de vestuário em 2024.

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