Economia & Mercado
por Vagner Ferreira
Publicado em 17/10/2025, às 10h34
O Concurso Nacional Unificado (CNU), o Enem dos Concursos, foi alvo de fraude em 2024, com mais de 4.300 ações judiciais, com denúncias de vários candidatos desde o dia da aplicação das provas, em 18 de agosto do ano passado.
A Polícia Federal, inclusive, deflagrou recentemente um esquema de venda de gabaritos por até R$ 500 mil, o que quebra os princípios constitucionais da isonomia e compromete a moralidade administrativa do concurso, conforme aponta o portal VadeNews.
Há quem peça a anulação do certame, visto que, com a fraude, a pontuação dos fraudadores elevou a nota de corte, impossibilitou assim, que candidatos tivessem a redação avaliada, o que poderia reverter a situação.
A ministra Esther Dweck, do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), órgão que é responsável pelo CNU, ao comentar sobre a Operação Última Fase, deflagrada pela PF em 2 de outubro, afirmou que a fraude foi “pontual” e não um problema generalizado. Entretanto, ela reconhece as falhas ocorridas. No dia 8 deste mês, o MGI autorizou a nomeação de 459 candidatos aprovados.
Para 2025, será utilizado um detector de metal nas portas das salas de prova para impedir a entrada de dispositivos eletrônicos, além da identificação das provas com código de barras.
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