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Festa do Peão de Barretos movimenta anualmente o mercado da música; confira história e curiosidades

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Saiba o que compões a Festa do Peão de Barreto, que já está em sua 70° edição  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 27/08/2025, às 12h33 - Atualizado às 12h43



A Festa do Peão de Barretos movimenta anualmente o mercado da música e, em sua 70° edição em 2025, tem se consolidado como o principal evento da cultura sertaneja do país. A festividade acontece em Barretos, a 423 km de São Paulo e começou  em julho de 1955, quando 20 amigos estavam reunidos em uma mesa de bar, resolveram criar um clube chamado Os Independentes. 

Ao longo dos anos, a festa veio se modificando. Antes havia apresentações folclóricas de grupos nacionais e internacionais, por exemplo, o que já não se ver mais. diferente de provas com cavalos, que permanecem ativas até os dias atuais. A festa era realizada em quatro dias, ante onze nesta edição. 

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De acordo com o portal Folha de S. Paulo, este ano o evento conta com disputas em nove provas. Sete são de montarias em cavalos e duas em touros – essas últimas, consideradas as mais radicais, começaram no Brasil em 1979 com ideia exportada dos EUA. 

No geral, 3.500 competidores participam das disputas e o evento distribui R$ 2 milhões em prêmios, sendo - dentre os valores - R$ 382,5 mil para o campeão de montarias em touros no Barretos International Rodeo, R$ 186 mil para o campeão no cutiano (montarias em cavalos) e R$ 100 mil mais uma picape para o campeão do circuito da PBR Brasil.

Polêmicas envolvendo a festa

A Festa de Barreto também enfrentou uma série de polêmicas desde o surgimento. Um desses é em relação aos maus-tratos aos animais, mesmo com donos de boiadas, peões e organizadores afirmarem que tal prática já não existe mais. Por outro lado, entidades voltadas para a causa alegam que os animais ficam vulneráveis ao som alto e à luminosidade.

Outro fator polêmico é em relação às mulheres, que eram laçadas nas ruas da cidade. A prática foi abolida há mais de 20 anos. E ainda, há quem associe a festa a ideais bolsonaristas, mesmo com os organizadores neguem e considerem apartidária.

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