Economia & Mercado
por Verônica Macedo
Publicado em 15/01/2025, às 14h22 - Atualizado às 14h26
No balanço do ano passado, as finanças foram um dos itens que mais tiveram percepção negativa entre a população: para 60% dos nordestinos, a situação do orçamento familiar e pessoal piorou ou ficou na mesma em 2024.
Esse é um dos resultados da última pesquisa Radar FEBRABAN do ano, realizada em dezembro pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE) para medir a percepção e expectativa da sociedade sobre a vida, aspectos da economia e prioridades para o país.
Aprofundando a pesquisa, verifica-se que 23% dos entrevistados afirmaram que sua vida financeira piorou, enquanto 37% avaliaram que ela ficou na mesma. Para efeito de comparação, a avaliação da vida financeira ficou no mesmo nível de insatisfação de trabalho e emprego (também com 60%). Ainda assim, outros itens, como saúde física (65%), saúde mental (61%) e moradia (também 61%) superaram a avaliação negativa das finanças.
Analisando apenas os que disseram ter piorado a situação, finanças, saúde física e saúde mental lideram as menções negativas, todos com 23%, respectivamente. Em compensação, como antídoto contra a grana curta, 67% acreditam que o acesso ao crédito para pessoas e empresas deve aumentar ou permanecer o mesmo (33% e 34%, respectivamente). Por outro lado, 28% têm a percepção de que esse acesso vai piorar, enquanto 5% não souberam ou não quiseram responder.
Para o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do IPESPE, de modo geral, a avaliação de 2024 e as perspectivas para 2025 carregam sentimentos de cautela e otimismo, que refletem o que ocorreu ao longo de todo ano.
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