Economia & Mercado

Maior entidade de empresários do mundo se volta contra Donald Trump após tarifaço ao Brasil; entenda

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Câmara Americana de Comércio no Brasil (AmCham Brasil) se pronunciou em carta contra tarifaço ao Brasil; veja  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Freepik
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 15/07/2025, às 15h19



A Câmara Americana de Comércio no Brasil (AmCham Brasil), maior entidade de empresários do mundo, estão pressionando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por um fim do tarifaço de 50% contra produtos brasileiros, conforme informações do portal Uol.

"A Câmara dos Estados Unidos e a AmCham Brasil conclamam os governos dos Estados Unidos e do Brasil a se engajarem em negociações de alto nível para evitar a implementação de tarifas prejudiciais", comunicou nesta terça-feira (15), em nota, o órgão – que possui, atualmente, mais de 3 mil associados –, segundo a reportagem. 

"A imposição de tais medidas em resposta a tensões políticas mais amplas corre o risco de infligir danos reais a uma das relações econômicas mais importantes dos Estados Unidos e estabelece um precedente preocupante", continuam a carta dos empresários americanos.

A classe seguiu informando que o tarifaço “afetaria produtos essenciais para as cadeias de suprimentos e os consumidores dos EUA, aumentando os custos para as famílias e reduzindo a competitividade dos principais setores do  EUA". 

Os empresários apontam, ainda, que mais de 6.500 pequenas empresas norte-americanas são dependentes de produtos brasileiros, enquanto outras 3.900 realizam investimentos no país. Segundo eles, o Brasil está entre os 10 principais mercados para as exportações dos EUA, com direcionamento de quase US$ 60 bilhões em bens e serviços anualmente.

"Uma relação comercial estável e produtiva entre as duas maiores economias do hemisfério beneficia os consumidores e sustenta empregos e a prosperidade mútua. A Câmara dos EUA e a AmCham Brasil estão prontas para apoiar os esforços que conduzam a uma solução negociada, pragmática e construtiva, uma solução que evite a escalada e garanta um comércio contínuo e mutuamente benéfico", concluiu a carta.

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