Economia & Mercado

Mercado: Entenda por que vendedores do RS querem 'selo contra rejeição' a veículos no RS

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Enchente que ocorreu no RS provoca prejuízos no setor automotivo do Estado  |   Bnews - Divulgação Divulgação | Redes Sociais
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

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Publicado em 19/06/2024, às 08h35 - Atualizado às 08h50



A tragédia que se abateu sobre o Rio Grande do Sul deixou um rastro de consequência sem precedentes no Brasil e que, ate o momento, é difíl de se contabilizar, uma vez que os prejuízos só aumentam. Um exemplo disso é o setor automotivo que está sofrendo com quedas nas compras do carros produzidos e vendidos no Estado, em função da desconfiança instalada. Entenda melhor abaixo.

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Segundo reportagem de o site Uol, “estimativas apontam que cerca de 200 mil carros foram atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Embora esses veículos representem apenas 4% da frota do estado, eles podem manchar a reputação de gerações de automóveis”.

Ainda de acordo com a matéria, “os veículos atingidos por enchentes são vistos como problemáticos devido ao potencial de danos ocultos”, e que podem ser facilmente mascarados, como corrosão e problemas relacionados à estrutura e parte elétrica dos carros.

Em entrevista à reportagem de o site Uol, Jefferson Furstenau, presidente do Sincodiv-RS, sindicato dos revendedores de veículos, disse que a entidade aventa a possibilidade de criar um selo para informar que o veículo não foi alagado: o ‘selo contra rejeição’.

"A estimativa é de que 200 mil carros tenham sido afetados no Estado, em um universo de quase 5 milhões de automóveis, é menos de 5%. Além disso, 50 mil carros desse montante devem ir para leilão com registro de alagamento. Representativamente, são poucos veículos que sobram, mas ainda assim sabemos que existirá a preocupação de comprar um carro alagado. Estamos pensando em formas de dar segurança ao consumidor", explica Furstenau na matéria.

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