Economia & Mercado

Ministério do comércio de Pequim vai investigar empresas e taxar produtos dos Estados Unidos; saiba mais

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Ministério disse que medidas são "de natureza maliciosa"  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Pixabay

Publicado em 04/02/2025, às 12h50   Publicado por Vagner Ferreira



A China reagiu ao tarifaço proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e anunciou, nesta terça-feira (4), que vai passar a adicionar tributação sobre os produtos dos Estados Unidos, além de investigar grandes empresas estadunidenses. 

O Ministério do Comércio de Pequim definiu as medidas como "de natureza maliciosa" e disse, conforme reportagem do jornal O Globo, que "China apresentou uma reclamação contra as medidas tarifárias dos Estados Unidos sob o mecanismo de solução de disputas da OMC". 

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De acordo com a reportagem, dentre os principais produtos a serem taxados, estão: carvão e gás natural liquefeito (15%) e petróleo e maquinário agrícola (10%). Ainda, o país asiático vai começar a investigar o Google, por alegar que a empresa americana tende a manipular leis antimonopólio.

"Diante das suspeitas de que o Google violou a lei antimonopólio da República Popular da China, a Administração Estatal de Regulação de Mercados iniciou uma investigação sobre a empresa, conforme previsto na lei", comunicou à agência. 

Outras empresas que estão na mira das investigações chinesas são o grupo de moda norte-americano PVH, responsável pelo Tommy Hilfiger e Calvin Klein, e a gigante da biotecnologia Illumina, com a justificativa de garantir a segurança nacional. 

"As duas entidades violam os princípios normais de transação do mercado, interrompem as operações comerciais com empresas chinesas e adotam medidas discriminatórias contra elas", acrescentou o Ministério do Comércio, conforme reportagem.

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