Economia & Mercado
A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) e a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) apresentaram, nesta quarta-feira (30), a empresa Galvani como a responsável pelos projetos da nova unidade de mineração em Irecê e da expansão da planta industrial em Luís Eduardo Magalhães. Durante o evento, Marcelo Silvestre, diretor-presidente da empresa, revelou quais serão os impactos desses projetos na Bahia.
Segundo ele, a Galvani tem desenvolvido um trabalho fundamental para a economia baiana, visto que é responsável pela produção de fertilizantes a base de fosfato, essenciais para o agronegócio.
A agricultura no Brasil é responsável por 49% da pauta de exportação do país. Sendo 24% do PIB está diretamente ligado à agricultura. Quando a gente investe na produção local também estamos investindo em segurança alimentar, estamos investindo aí na economia do país”, Silvestre.
O diretor da empresa ainda contou que estão sendo investidos cerca de R$ 1,1 bilhão na construção e ampliação dos polos, o que resultará na abertura de 500 postos de trabalho.
“Nós sempre privilegiamos a contratação de equipes locais das cidades. E nós temos feito isso em conjunto com o governo do estado da Bahia, que tem nos ajudado muito nessa questão. Já começamos a capacitação local dos possíveis contratados futuros das nossas operações”.
Questionado sobre os possíveis impactos que as tarifas de Donald Trump possam ter na produção, o presidente da Galvani disse que a empresa não faz exportações, apenas importações. Entretanto, ele afirmou esperar que o governo consiga negociar e “chegar a bons termos para que tudo dê certo para nós, para a agricultura, para o país, e nenhum setor seja impactado”, concluiu.
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