Economia & Mercado

Primeira reunião com novo presidente do Banco Central acontece nesta terça-feira; saiba expectativas

Pedro França/Agência Senado
Esta terça-feira (28) acontece primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) liderada pelo novo presidente do BC  |   Bnews - Divulgação Pedro França/Agência Senado

Publicado em 28/01/2025, às 10h58   Publicado por Vagner Ferreira



O Banco Central (BC) começa, nesta terça-feira (28), a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), liderada pelo novo presidente da instituição bancária, Gabriel Galípolo. De acordo com informações do portal O Globo, a expectativa é de que a nova gestão mantenha o combinado em dezembro e a taxa selic mude de 12,25%, para 13,25% ao ano. A meta de inflação deve oscilar entre 1,5 ponto percentual a 4,5% ao ano.

“Acompanhando a atividade, os mercados de crédito e, principalmente, de capitais têm surpreendido ao longo do ano, com crescimento de volume acima do que era esperado, apesar de taxas de juros elevadas. Ressalta-se que, apesar da resiliência da atividade, um ambiente de alta de juros, com nível de inadimplência e comprometimento de renda elevados, requer cautela e diligência adicionais na concessão de crédito”, informou o BC em ata mais recente, conforme apontado na reportagem.

Projeções do mercado

Segundo o relatório Focus, os especialistas estão estimando a Selic chegando a 15% em dezembro. Para eles, o indicador oficial de inflação de 2025 chegará a 5,5%, sendo um ponto acima do estipulado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). 

Para 2026, a projeção é de que o índice se configure em 4,22% e o Produto Interno Bruto deve ter acréscimo de 2,06%. Já em relação ao câmbio, o mercado estima R$ 6 para os dois 2025 e 2026.

A expectativa para a inflação em 2026 também foi revisada para 4,22% (ante 4,10% na semana passada). Para o PIB, os investidores estimam o crescimento em 2,06%. A expectativa para o câmbio se manteve estável, a R$ 6, tanto para 2025 quanto para 2026. Já a taxa de juros deve chegar ao fim de 2026 com 12,5%. 

Para 2027, a previsão é de 10,38% ao ano, ante 10,75% da Selic. O IPCA, no entanto, deve ultrapassar o teto do centro, em 3,9%. “Em meio a elevado grau de incerteza, avaliamos que a reação mais provável da autoridade monetária seja não indicar a magnitude dos movimentos para reuniões além da próxima”, disse texto do Copom, segundo jornal O Globo.

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