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Protocolo de análise do BC levanta quatro possibilidades para desenlace da compra do Banco Master; saiba quais são

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Protocolo só abre margem para dois resultados públicos; entenda  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Banco Master
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 02/09/2025, às 08h24 - Atualizado às 08h25



São quatro as possibilidades para o desenlace da aquisição de uma fatia do Banco Master pelo  Banco de Brasília (BRB), segundo informações fornecidas pelo Banco Central (BC), autarquia federal financeira máxima do país, que possui um protocolo de análise específico para esta deliberação.

De acordo com reportagem de o Estadão, “a decisão, em casos desse tipo, é colegiada, mas depende do voto que é encaminhado pelo diretor da área — no caso, o de Organização do Sistema Financeiro e Resolução, Renato Gomes.O rito só abre margem para dois resultados públicos: com consenso para aprovação ou com consenso para reprovação. Em casos em que a diretoria não concorde com o voto de Gomes, o processo volta para análise e permanece sob sigilo. Procurado, o Banco Central não se manifestou”.

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‘Atos de concentração’ podem ser propostos por Gomes, como assegura o regimento do BC, pois contemplam a expressiva implicação para a concorrência do sistema financeiro nacional. No presente instante, a cúpula da autarquia federal espera o seu posicionamento  para analisar a aquisição dos ativos do Banco Master pelo BRB. Isso será definido em reunião a ser ainda agendada.

Conforme pontua a matéria, as opções dos decisores do Banco Central sobre a operação de compra do Banco Master trazem as seguintes possibilidades de desfecho:

Gomes aprova, diretoria concorda. Aprovado.

Gomes reprova, diretoria concorda. Reprovado.

Gomes aprova, diretoria discorda. Proposta volta para o diretor.

Gomes reprova, diretoria discorda. Proposta volta para o diretor.

Mas vale ressaltar que “ao contrário das decisões do Comitê de Política Monetária (Copom), em que são registrados nominalmente os votos sobre a taxa de juros, os possíveis dissensos do grupo não são externados ao público no caso de análises de operações bancárias, como a do Master”, salienta o BC à reportagem do Estadão.

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