Economia & Mercado
A recuperação judicial, a OEC – construtora e principal operação da Novonor (antiga Odebrecht) – obteve aprovação de mais de 90% de seus credores, em assembleia realizada na última sexta-feira (7).
A proposta ainda precisa ser homologada pela Justiça. Caso o Judiciário aprove o plano apresentado, as dívidas da OEC devem cair de US$ 4,6 bilhões (cerca de R$ 26,4 bilhões) para US$ 150 milhões (R$ 863,2 milhões). As estimativas são de representantes da OEC no processo.
As negociações em torno da recuperação judicial se arrastaram por meses. O Fidera Group, um dos credores, chegou a questionar a efetividade do plano e contestou um empréstimo ancorado pelo BTG Pactual, alegando falta de transparência. O grupo britânico tem US$ 338 milhões (R$ 1,9 bilhão) em créditos contra a OEC.
O processo envolvendo a construtora ocorre quase 6 anos depois de a Odebrecht anunciar sua própria recuperação judicial. Na época, a companhia, um dos principais alvos da Operação Lava Jato, reportou R$ 98,5 bilhões em dívidas.
A recuperação judicial é um meio no qual as empresas no vermelho deixam de pagar os credores por um tempo, enquanto organizam suas finanças. O processo permite às organizações renegociarem suas dívidas, evitando o encerramento das atividades, demissões ou falta de pagamento aos funcionários e, principalmente, evitar a falência.
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